Segunda-feira, 20 de Maio de 2013
Quatro anos de JJ: a minha opinião
por Filipe Boto Machado, Seg 20/Mai/13

Quem leu os meus posts neste blog sabe que nunca fui um fervoroso defensor de JJ. Respeito quem seja. Respeito aqueles que se empolgam com o futebol ofensivo (e, diria eu, muitas vezes, irresponsável) do Benfica. Respeito aqueles que, com medo do regresso de um passado não muito distante, preferem a continuação de JJ do que uma mudança. Respeito outras opiniões, no entanto, analiso as coisas de forma distinta.

Em primeiro lugar, devo começar por referir que também eu me entusiasmei neste final de época. Resisti fortemente durante a época. Estava escaldado das últimas temporadas. No entanto, era impossível resistir a ficar entusiasmado. Há duas semanas, o Benfica tinha 4 pontos de avanço no campeonato, no qual restavam dois jogos em casa e uma visita ao Ladrão, e estava nas finais da Liga Europa e da Taça de Portugal. Acima de tudo, não me passava pela cabeça perder o campeonato. Estava nas nossas mãos. No entanto, pelo segundo ano consecutivo o Benfica deixou fugir vários pontos de avanço em jogos consecutivos e entregou o título ao Porto de Vítor Pereira, um dos piores que me lembro. Concedo que também eu gosto de ver um Benfica ofensivo e muitas vezes empolgante. Devo dizer também que julgo que JJ tem evoluído como treinador e é hoje mais competente do que era quando foi campeão (por exemplo, já sabe que deve jogar com 3 médios fora de casa em jogos grandes e entendeu que não pode jogar em 3-1-6 quando precisa de ganhar o jogo). Estive em quase todos os jogos na Luz, fui a Amesterdão e dia 26 irei ao Jamor. Apoio incondicionalmente a equipa e nunca a assobio, independentemente de discordar variadíssimas vezes de JJ. Sou do Benfica independentemente de quem o comanda.

No entanto, para mim, o que tivemos nestes quatro anos não chega. 1 título em 4 anos não chega. Para aqueles que comparam os resultados de JJ com os resultados de treinadores anteriores respondo que devemos também comparar orçamentos, condições de trabalho e acima de tudo os recursos que cada um teve à sua disposição. É impossível comparar Salvio e Balboa, Matic e Yebda, Sidnei e Garay, Enzo e Nuno Assis, Gaitán e Amorim, Witsel e Bynia, Di Maria e Reyes, entre muitos outros. Arrisco dizer que nenhum titular dos anos que antecederam a vinda de JJ seria titular de caras nestes últimos 4 anos e muito poucos teriam lugar no banco. Para mim, o que mais importa é analisar o trabalho e os resultados de JJ. Os resultados são fracos: em quatro anos, apenas um título no campeonato e três Taças da Liga (vamos lá ver se podemos juntar uma Taça de Portugal). Mais ainda do que isso, para mim, o Porto não ganhou os últimos dois campeonatos. Nós é que os perdemos. Quando se ganha vantagem de 4 e 5 pontos em dois anos consecutivos, a culpa não pode ser apenas imputada ao árbitro, ao Kelvin, ao Maicon, ao Roderick, ao Roberto, à falta de sorte ou ao raio do azar. Quanto à final europeia, excelente, mas não façamos disso um feito épico. O Braga esteve lá há dois anos e os lagartos estiveram à porta no ano passado. Não vamos comparar orçamentos e qualidade de jogadores, certo? Não devemos esquecer também que a final da Liga Europa se deve, em parte, a uma incompreensível eliminação da Champions em favor do Celtic.

Que erros têm sido cometidos? Na minha opinião, o estilo de jogo do Benfica permite-nos ganhar 95% dos jogos do campeonato português tranquilamente. Um grande em Portugal tem que atacar muito e criar ocasiões de golo, pois esse volume de jogo ofensivo garante vitórias contra equipas mais fracas. No entanto, nos jogos mais complicados, o Benfica sente muitas dificuldades. Além de dificuldades em ganhar o meio campo, somos vítimas de ansiedade pelo golo e tremenda incapacidade para controlar o jogo. A nota artística, como JJ diz, é importante, mas sem vitórias perde todo o interesse. Há momentos do jogo em que o Benfica precisa de jogar com o resultado, mas falha tacticamente no posicionamento dos jogadores e na abordagem ao jogo. Vejam-se as últimas duas derrotas. Contra o Porto, a 2 minutos do fim, o Benfica tem apenas quatro jogadores no seu meio campo: Maxi, Roderick e os dois centrais. Contra o Chelsea, sofremos um contra ataque em período de descontos que deu lugar a um canto que acabou em golo, quando qualquer equipa madura estaria na expectativa pelo prolongamento para arriscar mais. Sim, tivemos falta de sorte, mas também fomos muito ingénuos, certo? Que raio, se ganhássemos ele era um génio da táctica, como perdemos foi azar? Além da falta de controlo do jogo, a ansiedade do Benfica reflecte-se em termos físicos. É tremendamente difícil uma equipa aguentar a alta rotação que o Benfica impõe no jogo ao longo de 50 e tal jogos. Depois existem outros erros que continuam a ser cometidos repetidamente. A defesa à zona nas bolas paradas é permissiva no 2º poste e cometem-se erros de casting por teimosia, como Roderick, Emerson ou Roberto, que se pagam bem caros.

Finalmente, além dos resultados, há a postura arrogante e prepotente de um treinador que passa a vida a falar dele próprio, desvaloriza a história do Benfica e chama a si todos os louros do pouco que conquistou. Para mim, benfiquista, menosprezarem a grandeza e história do meu clube faz-me imensa confusão. Tal como aconteceu com Camacho, essas declarações de JJ deixam-me furioso. A vontade indirectamente manifestada de abandonar o clube no final da Liga Europa deixou-me ainda mais desiludido.

O futebol é feito de resultados. Quem ganha 4 milhões/ano e se diz um dos melhores do Mundo, tem um óptimo plantel à disposição e tremenda empatia com os adeptos tem de apresentar resultados e ganhar títulos. Feito o balanço de 4 anos e analisando as condições que teve ao seu dispor não julgo que os resultados tenham sido fantásticos. Dar-lhe uma nova oportunidade sem sequer ponderar sobre o tema, como se fosse ele ou a catástrofe, para mim, é no mínimo estranho. Acima de tudo, não entendo este estado de euforia por "quase termos ganho" alguma coisa. Diz JJ que "perdemos o campeonato em casa com o Estoril". Diz ele que "nos últimos anos nos aproximámos do rival". É isso que queremos? Assumir como destino irremediável uma derrota no Ladrão e ficarmos satisfeitos por nos aproximarmos do rival? Porque motivo o Benfica, tendo o mesmo treinador há 4 anos (o tal rival teve 3 treinadores no mesmo período), uma base sólida de jogadores e investimentos mais elevados que os andrades deve contentar-se com menos do que vencer internamente?
gloriosamente escrito por Filipe Boto Machado
link do post | chutar para golo
17 comentários:
Pedro G.
O "Quase" de JJ não vai ter lugar no Museu Cosme Damião. O "Quase" não precisa de vitrines.

Sou do Benfica, quero ganhar títulos. Se quisesse apenas jogar bem tinha sido Sportinguista.

Por tudo isto, JJ FORA!

deixado em 20/5/13 às 18:32
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anónimo não é do glorioso
Está tudo dito!
Catarina

deixado em 20/5/13 às 20:49
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Quase ganhamos o titulo
Caro, ate q enfim q leio um comentario realista sobre nosso clube. Concordo com tudo o q escreveu ! E de lamentar q muitos benfiquistas continuem achar q o JJ e o melhor para o clube apesar de la estar 4 anos e ter somente ganho um campeonato. Vamos continuar a ser quase....alguma coisa!

deixado em 20/5/13 às 22:18
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Luís
Se os jogadores são melhores agora do que há quatro anos isso deve se em muito boa parte ao treinador que os sabe escolher e trabalhar. Aliás basta pensar no que era o rendimento de Cardozo e Di Maria antes de Jesus para se ver o que a ele se deve.
Quanto ao resto, antes de Jesus o Benfica não só não jogava nada como não discutia títulos. Agora joga e discute-os. E se alguém acha que um clube se torna vencedor de num momento para o outro, perante uma máquina montada como a do Porto con certeza vive num planeta diferente do meu. E dizer que o Porto de Vitor Pereira não joga nada só é possível para quem anda distraído ou não perfeb nada de bola.

deixado em 20/5/13 às 23:02
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Desde que JJ chegou ao Benfica não concordar com as suas decisões é proibido. Quem não concorda não percebe nada de bola. Não há direito a outra opinião. Afinal, ninguém pode estar contra o catedrático. Caro, para mim, uma mentira repetida muitas vezes não é uma verdade. Ele pode proclamar-se um dos melhores do Mundo 1 milhão de vezes que para mim nunca o será. Quem é assim tão bom não leva 3 do Hapoel, não é eliminado pelo Celtic, não perde 3 campeonatos em 4, não leva 5 no Ladrão, não lhes permite vencer campeonato em nossa casa, não perde para o Braga uma meia-final, etc. Já está melhor mas mesmo assim não chega. Para mim, basta!
Quanto à história dos jogadores valorizados, também valorizou Felipe Menezes, Aírton, Kardec, Jara, Michel, Eder Luiz, etc? Esses não contam?
Btw, Olhem para o banco do Porto. Laterais suplentes? Nem um. Médios? Defour para 3 posições. Avançados? Além dos titulares, dois miúdos que no ano passado estavam no Rio Ave, Atsu e Kelvin, e um aleijado de 35 anos, Liedson. tínhamos muito melhores opções ou então não percebo mesmo nada de bola. Felizmente o catedrático percebe e assim ficamos em 2lugar. Valha-nos o seu conhecimento...

deixado em 21/5/13 às 00:05
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Joquim Moura
Lamento que não seja possível ter uma discussão civilizada sobre este tema sem que se seja alvo de insultos por parte dos que discordam das opiniões expressas.

Quanto ao tema, começo por dizer que as avaliações do trabalho de Jorge Jesus (JJ) estão ainda muito influenciadas pela enorme decepção vivida por todos os benfiquistas, originada pelos maus resultados dos últimos jogos. Seria preferível fazer uma análise um pouco mais distanciada no tempo e com maior objectividade.

Partilho muito do que é escrito no texto do Filipe Boto Machado, no entanto, hoje e pesando tudo, sou a favor da continuidade do Jorge Jesus.
Há um ano atrás, tinha a opinião contrária. Entendia que os erros cometidos recomendavam que não continuasse. Contudo, hoje, JJ é um treinador melhor e mostrou uma capacidade de aprender com os erros que eu supunha que ele não tinha. Foi dando disso provas ao longo desta época.
É verdade que continua a ter pontos fracos:
1) Má comunicação;
2) Falta de humildade e egocêntrico, sobrevalorizando o seu papel em prejuízo do trabalho da equipa:
3) Dificuldade de preparar mentalmente a equipa na abordagem aos jogos decisivos, tendo-se verificado que praticamente perdemos todos os jogos decisivos e que entramos quase sempre mal nesses jogos (final da Liga Europa foi uma excepção);
4) Frequentes erros na análise dos jogos, expressa nas declarações no final dos jogos, desvalorizando os aspectos negativos da prestação da equipa;
5) Desequilíbrio táctico, sujeitando o médio defensivo (Matic) a um esforço físico colossal que faz com que este só aproveite parte da sua enorme capacidade técnica no apoio ao ataque e acabe quase sempre os jogos fisicamente esgotado;

No entanto é inegável que há um percurso de evolução qualitativa positivo e não é possível negá-lo dizendo que os resultados não o demonstra. No Futebol, contrariamente a outras actividades o sucesso vai-se conquistando e geralmente não se traduz em resultados no imediato.
No Futebol só um pode vencer. Mas isso não quer dizer que todas as outras equipas não trabalharam bem só porque não venceram. Quer somente dizer que ainda não atingiram o nível necessário para vencer. Interromper esse caminho, agora, seria comprometer e por em risco tudo o que já se conseguiu e poder chegar mais alto. Isso só se consegue com paciência e persistência e seguindo melhorando corrigindo os erros.
Como Jorge Jesus, contrariamente ao que eu supunha, parece capaz de aprender com os erros e se for acompanhado por alguém que seja capaz de lhos apontar, eu sou de opinião que deve continuar.

deixado em 21/5/13 às 01:08
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Embora não concorde, boa análise. Compreendo o ponto de vista. Vamos ver o que o futuro nos trará. Estou certo que, mais uma vez, não lhe vai faltar apoio e plantel. Acredito que começará novamente bem, pelo que novas avaliações só a partir de Março do próximo ano...
Só mais um comentário: enquanto o Benfica se dá por satisfeito por jogar bom futebol e quase ganhar, esperando mais uma vez que os títulos apareçam no próximo ano, o Porto já é tricampeão e vai despedir o treinador que venceu os últimos dois campeonatos. Para mim, há aqui qualquer coisa que não bate certo.

deixado em 21/5/13 às 10:00
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Pois é, se o moço de 35 anos tivesse tropeçado na bola, o Benfica empatava, tínhamos sido campeões, a final de Amesterdão tinha tido outra música e esta hora estávamos a dizer que Jesus é Deus.

deixado em 21/5/13 às 01:46
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O raio do Liedson é que decidiu o campeonato. Mérito dele. O JJ fez tudo o que podia. Tinha a equipa bem posicionada, preparada para os últimos minutos que podiam dar o título. Há um ano foi o Emerson que nos lixou. Há dois anos foi o malvado do Roberto em todos os jogos e o JJ não tem culpa, pois não foi ele que o escolheu. Este ano ainda foi o Ivanovic , tramado o tipo que nos retirou a Liga Europa, pois o Benfica não cedeu o canto e defendeu muito bem o 2º poste, como aliás costuma ser regra. O JJ tem estado muito perto da perfeição. O raio da sorte é que não quer nada connosco.

deixado em 21/5/13 às 09:45
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antónio ribeiro
Certeiro. Do melhor. Está lá tudo dito.
JJ continuar será a continuação das vitórias do 2º lugar.
Com um porco a jogar pouco, um sporting desaparecido, um braga infeliz, lá conseguimos um 2º lugar. O paços conseguiu o 3º sem os adeptos do Glorioso, sem um investimento milionário e sem um treinador de vencimento obsceno. 300 000 €/ mês para vitórias morais? Vá jogar na play station!! Ele o LFV.

deixado em 21/5/13 às 11:52
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Quase ganhamos o titulo
Caro, ate q enfim q leio um comentario realista sobre nosso clube. Concordo com tudo o q escreveu ! E de lamentar q muitos benfiquistas continuem achar q o JJ e o melhor para o clube apesar de la estar 4 anos e ter somente ganho um campeonato. Vamos continuar a ser quase....alguma coisa!

deixado em 22/5/13 às 00:04
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Gonçalo Ortega
Concordo plenamente com a a análise feita ao trabalho do JJ, para o Benfica jogar muito e bem e ficar em 2º não chega, ou pelo menos não chegava mas parece que agora (efeitos de contágio) existem benfiquistas que se contentam com vitórias morais. Dizer que JJ está melhor porque aprendeu com os erros do passado, que está mais humilde, menos egocêntrico é não querer ver a realidade. Um jogo decisivi perdido nos últimos segundos acontece, dois jogos decisivos perdidos nos últimos segundos ainda por cima seguidos já não é só azar, um campeonato perdido quando se tinha 5 pontos de vantagem sobre o adversário (podendo ser 8) também acontece uma vez, um campeonato onde se tem 4 pontos de vantagem à entrada da antepenúltima jornada e se perde (2 anos seguidos) não é só azar. Se o SLB (direcção) por qualquer razão misteriosa quer que JJ fique então tem que arranjar alguém que saiba gerir as emoções do plantel e treinador, saiba onde e quando falar de árbritos para exercer pressão e que consiga explicar ao treinador que ele está lá para treinar e só se preocupe com isso porque do resto trata ele, não é com Carraças, Rui Costas etc que temos alguém assim.

deixado em 22/5/13 às 10:31
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jose mendes
JORGE JESUS BATEU UM RECORDE NEGATIVO QUE NINGUEM FALA, O BENFICA ESTA 4 ANOS SEM GANHAR AO FCPORTO PARA O CAMPEONATO, SO GANHOU EM 2009 COM GOLO DO SAVIOLA... 4ANOS !!! E TUDO PARECE NORMAL... DESDE AS GOLEADAS, FORAM CAMPEOES NA LUZ, FALHOU DUAS VEZS TITULO NO DRAGAO... TUDO NORMAL ...
E SABEM COM QUEM VAMOS JOGAR SUPERTAÇA SE GANHARMOS A TAÇA???
O INICIO DA PROXIMA EPOCA VAI COMEÇAR COM UMA DERROTA...

deixado em 23/5/13 às 05:42
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