Sexta-feira, 25 de Janeiro de 2013
Foi há 9 anos que a camisola 29 foi retirada
por José Maria Barcia, Sex 25/Jan/13
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Quarta-feira, 23 de Janeiro de 2013
Brincadeiras de mau gosto
por Sérgio Lavos, Qua 23/Jan/13

O Sporting entrou em roda livre. Desportivamente, é um buraco sem fundo, uma espiral recessiva de maus resultados. Com a época perdida muito antes do Natal, Godinho Lopes começou a vender os anéis que ainda tinha. Mas uma equipa sem resultados não consegue valorizar os seus jogadores, e, na reabertura do mercado, os negócios de Godinho têm-se saldado por evidentes flops. Para além do mais, há a originalidade da troca com os rivais. Se é verdade que ainda está para se ver quem irá beneficiar da permuta Miguel Lopes/Izmailov, hoje ficámos a saber que o Sporting quer desfazer-se de Ínsua, propondo a troca por Nolito e Alan Kardec. Só pode ser uma brincadeira de mau gosto. Sendo verdade que o lateral esquerdo é um dos melhores jogadores do Sporting, também é que nem meio Nolito vale. E não é tão bom como Alan Kardec. Espero que Luís Filipe Vieira tenha algum juízo e recuse liminarmente - se possível, rindo desdenhosamente na cara de Godinho Lopes - a proposta. Ainda não chegámos ao cabaré da coxa.

 

P.S.: Acrescento que, por princípio, o Benfica não deveria entrar nestas trocas de jogadores com o Sporting. Que a outra equipa da Segunda Circular deseje tornar-se uma filial do FC Porto na cidade de Lisboa, é lá problema deles. Mas se há valor que deveria ser intocável no futebol é a impossibilidade de um clube como o Benfica fazer negócio com os seus rivais directos.

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Terça-feira, 22 de Janeiro de 2013
So far, so good...
por Nuno Gouveia, Ter 22/Jan/13

Com a vitória de ontem terminámos a primeira metade da época e todos os benfiquistas podem estar satisfeitos. Estamos na liderança do campeonato, ainda não perdemos, somos claramente favoritos para vencer a Taça de Portugal e estamos na luta pela Liga Europa. Na Taça da Liga também estamos em prova e ainda não perdemos nas competições portugueses. Os únicos destaques negativos vão para a eliminação da Liga dos Campões, onde devíamos ter feito melhor, e o empate alcançado na Luz contra os andrades. Não fossem as desilusões das duas últimas épocas e haveria um clima de euforia em redor da equipa. Mas isso nem é negativo. Todos temos de perceber, incluindo os adeptos mas sobretudo os dirigentes, a equipa técnica e os jogadores, que ainda não ganhamos nada e só agora as maiores adversidades irão começar. A exemplo do que sucedeu ano passado, é de esperar que os senhores de negro ataquem em alturas cirúrgicas. Mas Jesus tem de nos provar que aprendeu com os erros. As suas equipas costumam chegar a Fevereiro/Março e dar o estouro fisicamente e até animicamente. Parece-me que a gestão deste ano tem sido melhor, não concentrando sempre tudo nos mesmos: Artur, Luisão, Garay, Jardel, Maxi Pereira, Luizinho, André Almeida, André Gomes, Enzo Perez, Matic, Nolito, Carlos Martins, Aimar, Carlos Martins, Ola John, Gaitán, Sálvio, Rodrigo, Cardozo e Lima todos têm tido e vão continuar a ter minutos de jogo. E ainda há Kardec e o Paulo Lopes. São vinte e dois jogadores, algo diferente do que estávamos habituados. Que ganhemos ao Braga no próximo fim de semana e iniciemos a segunda volta da melhor maneira.

 

PS: a confirmar-se, a manutenção do Aimar é a melhor notícia que podíamos ter. Porque será certamente importante para a conquista do título, mas também porque Aimar merece sair do Benfica campeão e ovacionado de pé por 65 mil pessoas. Ou centenas de milhar de pessoas nas ruas de Lisboa. 

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Ola... Aimar!
por João Santana Lopes, Ter 22/Jan/13

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Sexta-feira, 18 de Janeiro de 2013
Factos agradáveis também são notícia
por João Santana Lopes, Sex 18/Jan/13

Não podia deixar passar mais tempo sem escrever aqui. O futebol do Glorioso não é o mesmo de há uns meses e, mesmo, de há uns anos. Quer queiramos quer não, Jorge Jesus acertou o passo e, atrevo-me a dizer, lançou o SL Benfica para uma senda, não direi de títulos, mas de estabilidade competitiva.

O SL Benfica é hoje um clube de futebol em que os seus sócios e adeptos acreditam, e para isso muito contribui a prestação desportiva da sua equipa principal. Há muito tempo que não via a minha equipa com uma segunda opção para cada posição e a jogar de forma estável e regular (o que pressupõe ganhar e estar na liderança em diversas competições). Não sei a quem atribuir o mérito principal, por isso distribuo-o por toda a equipa directiva e pelos atletas. Este meu Benfica tem vindo a ganhar estofo europeu e, a continuar assim, "arriscamo-nos" a dar por garantida a presença na Champions todos os anos.

Não quero que se olhe para isto com condescendência. Todos conhecemos o nosso passado. Todos sabemos que houve erros cometidos pelas direcções anteriores e também pela actual direcção, bem como pelas equipas desportivas. No entanto, deparamo-nos hoje (mesmo não ganhando ao FC Porto e ao FC Barcelona) com uma maturidade que quase sempre vimos e vemos nas grandes equipas inglesas e espanholas, e a qual sempre ambicionámos ter.

Por isso, há que dar relevância ao facto de estarmos bem, mesmo com perdas destas: de termos grandes goleadores (até o Kardec marca), de termos uma grande defesa em construção (de salientar o regresso do Roderick), e de termos uma revelação/confirmação, como é a do "patrão" Matic.

Não nos deslumbremos e não façamos de contas que não há desgastes, mas também não deixemos de aplaudir e de apoiar a nossa equipa! Principalmente agora!

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Uma despedida a sério
por Nuno Gouveia, Sex 18/Jan/13

 

Parece que Pablo Aimar vai abandonar o Benfica. Pelo que se conhece da situação, ninguém poderá recriminar Aimar ou a direcção do Benfica pela situação. Aimar e a sua família merecem que ele termine a carreira com um grande contrato. Nada contra. Mas não se pense deixar sair Aimar sem aquilo que ele, mais do que ninguém, conquistou por direito próprio: uma despedida a sério, com o Estádio da Luz de pé a aplaudir aquele que foi, provavelmente, o melhor jogador que passou pelo Benfica nas últimas décadas. Se não for agora, que regresse no final da época para festejar o título connosco e ser aclamado como merece. Além das suas excepcionais qualidades futebolísticas, destaco ainda a sua grande personalidade, que encarna como poucos a alma benfiquista. Hoje Aimar pode sair do clube, mas a porta ficará para sempre aberta ao seu regresso. Como ele desejar.

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Quinta-feira, 17 de Janeiro de 2013
Última hora: golo de Matic faz disparar o PIB
por Henrique Raposo, Qui 17/Jan/13

 

Crónica do Expresso online de hoje

 

 

Com o rigor científico do costume, posso garantir que o nosso esquelético PIB subiu uns, vá, 0,25% quando o aríete eslavo furou as redes da agremiação norte-coreana . Assim que se consumou, aquela geometria metafísica desenhada por Gaitán, Melgarejo, Lima, Cardozo e Matic animou os bolsos da pátria. Só em consumo de cerveja e tremoço, a economia teve ali um estímulo como há muito não tinha. Porque aquele golo não é apenas um golo. Aquele golo tem de ser descrito no plural: são e serão sempre seis linhas rectas unidas pela fé e pela memória. Daqui a 20 anos, várias conversas regadas a cerveja e rodeadas de cascas de tremoços começarão com o "lembras-te daquele golo do Matic quando fomos campeões em 2013?". Aquilo é um recorte de memória para emoldurar, tal como a trivela de Kulkov em Leverkusen, tal como a cabeçada de César Brito nas Antas, tal o míssil de Isaías em Londres, tal como a bicicleta de Miccoli em Liverpool.

Como dizia há pouco, o golo de Matic já está na memória do futuro mas também está na fezada aqui e agora. O jogo reforçou a minha fé na vitória no campeonato. Os nervos do clube rival são, aliás, um bom sinal. Cresci com o Benfica a ser esmagado pela agremiação norte-coreana. Há uns 10 anos, se levasse um golo logo aos 5 minutos, o Benfica sairia do estádio com uma goleada. No domingo, vi uma coisa diferente, vi o Benfica dar a volta frente aos norte-coreanos. E isso é uma ruptura epistemológica, pá, é o mesmo que ver uma bola subir uma rampa sozinha, desafiando todas as regras da gravidade. A equipa aguentou-se, virou duas vezes o resultado e podia ter vencido com toda a justiça. Sim, com toda a justiça. Ai, ai, o adversário controlou o jogo, blá-blá-blá, ai, a semiótica do meio-campo, ai, a cultura da posse de bola, blá-blá-blá. 

Jogar à bola é rematar à baliza ou é andar a brincar com ela? Na segunda parte, o Benfica teve as únicas chances de golo. Se tivesse rins, Jardel teria rodado para o golo; se tivesse olhos, Salvio teria metido a bola num Cardozo tão isolado como um homem honesto no parlamento; se não tivesse a cabeça nas arábias, Aimar teria cabeceado para um golo anulado pelo bandeirinha; se um raio tivesse fulminado Helton, Cardozo teria feito o golo da sua carreira. Enquanto o Benfica dava este espectáculo de desperdício, o adversário não rematou à baliza na segunda parte. Acabámos por cima, com o guarda Abel a fazer substituições defensivas. Ah, pois, a semiótica do meio-campo, já me esquecia.

PS: já agora, a semiótica do meio-campo deu 50% para cada lado. Mas a ladainha pegou. Parece que o Benfica tem de comprar um Barthes para o meio-campo.

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Terça-feira, 15 de Janeiro de 2013
O que importa
por Bruno Vieira Amaral, Ter 15/Jan/13

O golo de Matic não foi uma obra de arte. As obras de arte são bens transaccionáveis, orgulho de museus e coleccionadores.  Joe Berardo, por exemplo, tem uma data delas. O golo de Matic foi uma manifestação pura de beleza que cada um de nós há-de guardar no cofre particular da memória. Não foi apenas um remate fantástico, que também foi, foi igualmente geometria, poesia e metafísica (já explico esta) em movimento, um movimento sobre o qual nem é lícito falar-se no pretérito porque, na sua perfeição, ainda está a acontecer. A parte da metafísica explica-se porque a corda emocional tocada por um golo destes no coração de um benfiquista é mais vibrátil do que a de um espectador neutro, já para não falar de um adepto da equipa adversária. Como no futebol não há justiça, o golo de Matic não valeu por dois, e isso é que seria justo. É a crueldade da matemática. Mas na matemática das emoções aquele golo, apesar de não nos ter dado a vitória, é um multiplicador de alegria. Saltei, gritei e, quando vi a repetição, fiquei especado a olhar para as imagens: que golo do caralho! E, então, sem que qualquer culpa lhe possa ser atribuída, pontapeei a cadeira.

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Segunda-feira, 14 de Janeiro de 2013
Uma baixa de vulto
por Filipe Boto Machado, Seg 14/Jan/13

Os andrades apareceram na Luz com uma baixa de vulto. Não, não foi James que faltou a chamada, mas sim aquele que verdadeiramente faz a diferença de um momento para o outro: «o melhor árbitro português meteu férias». Infelizmente, suspeito que o "melhor árbitro português" já estará apto e disponível para apitar o clássico da penúltima jornada do campeonato e desequilibrar a balança para o lado do costume. As estapafúrdias reclamações dos andrades no fim do jogo só fazem sentido num contexto de pressão para que na penúltima jornada o "melhor árbitro português" entre em campo para reforçar as cores habituais. Como benfiquista desejo exactamente o oposto. Oxalá parta uma perna até lá ou tenha uma insuportável dor de barriga nas horas que antecederem o jogo. Se alguém lhe partir os dentes também não me parece mal. Apenas o quero fora das quatro linhas naquele dia. De pseudo-benfiquistas como este apenas quero distância.

 

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Tudo empatado
por Filipe Boto Machado, Seg 14/Jan/13

Empate a 2 golos, jogo emotivo, intenso e competitivo. Podíamos ter ganho, dificilmente podíamos ter perdido. No entanto, não fiquei seguro quanto ao nosso futuro no campeonato. Esta história de tentar ganhar um jogo sem ganhar o meio-campo continua a fazer-me imensa confusão. O Benfica só consegue estar por cima num jogo se o dominar. É bom para o espectáculo, mas é péssimo para o coração dos adeptos. Nunca o consegue controlar. Ataca de forma ansiosa, desorganizada, sempre como se cada jogada fosse a última do jogo. A atitude é muito parecida independentemente do resultado e do adversário. A ideia de jogo passa por atacar o adversário com tudo o que tem, principalmente pelas alas. Quando não consegue sair a jogar pelos centrais e laterais, fica sujeito ao pontapé longo, pois não tem quem troque a bola no centro do campo. É verdade que é possível criar mais perigo pelas alas, mas é impossível controlar um jogo nessa zona do terreno. A entrada de Aimar (completamente em baixo de forma) e Carlos Martins tirou-nos poder ofensivo, mas finalmente sentimo-nos mais seguros. Era evidente que Matic e Enzo contra Lucho, Moutinho, Fernando e Defour era pouco. JJ demorou uma hora a perceber isso mesmo. Gaitan jogou todo o tempo sem ninguém para defender na esquerda (Defour vinha para o meio), mas mesmo assim nunca foi visto a reforçar a luta a meio-campo. Enfim, mostrámos coragem, poder ofensivo e capacidade técnica muito superior ao adversário, mas decidimos entregar o meio-campo aos andrades, opção vista e revista esta época sempre que o jogo é contra um adversário mais forte. Espero que, de uma vez por todas, JJ perceba que deve adaptar a equipa nestes jogos. Na maioria dos jogos em Portugal, o 4-2-4 funciona, dois no meio-campo chegam e sobram, permitindo-nos ter mais força ofensiva, mas em certos jogos devemos procurar ter mais segurança, pois assim não há coração que aguente.

O árbitro? Quando ouvi as críticas de Vitor Pereira julguei que estava a ouvir mal. Durante o jogo todo, Lucho, Defour e Moutinho deram pancada em tudo o que mexia, Mangala e Fernando também não podiam ter escapado sem amarelos ainda na primeira parte, vários jogadores do Porto atiraram a bola para longe quando jogo estava interrompido (no ano passado Emerson foi expulso com um primeiro amarelo deste estilo) e até Lucho e Helton trocaram um abraço antes do primeiro ser substituído. Perante isto, criticar o trabalho do árbitro nos lances que lhes favoreciam e esquecer aqueles em que nos prejudicou só podia vir daquele clube. O mensageiro é que foi diferente do costume. Tentou fazer a figura de bruto e acabou a fazer figura triste.

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Resumo
por Lourenço Cordeiro, Seg 14/Jan/13
O Porto jogou melhor: criou zero ocasiões de golo, contra três do Benfica (uma deu o golo do campeonato - fechem as votações-, outra foi uma bela jogada, e a última bateu no poste). E parece que finalmente Vítor Pereira veio retratar-se do golo do Maicon da época passada (aquela conversa sobre foras-de-jogo era isso, não era?)
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O fantoche
por Bruno Vieira Amaral, Seg 14/Jan/13

Vê-se que o senhor Vítor Pereira não tem vocação para bruto, como um Paulinho Santos ou um guarda Abel, mas revela uma enorme vontade de ser bruto, de espumar como um bruto, de debitar a cartilha das Antas como um verdadeiro bruto. Como treinador é a mesma coisa. Isto sucede porque, não sendo naturalmente um bruto, chegando a exibir a fé que move montanhas e ajuda a ganhar campeonatos aos bons servidores de Deus e do seu representante na Terra, percebeu que tem de vestir o fato de bruto para receber a bênção dos seus superiores. Ninguém, de boa mente, poderá acusar o senhor Vítor Pereira do pecado do carisma, daquele magnetismo que parece aureolar os líderes de homens. Simplesmente, não o tem. É duvidoso, como se viu na célebre noite de Coimbra em que o Estado Maior das Antas teve de emprestar alguma autoridade ao seu treinador, que Vítor Pereira fosse capaz de comandar, sem contestação, um grupo de escuteiros. Eternamente agradecido pela protecção divina que o defende de si próprio e das suas incapacidades, o senhor Vítor Pereira tem de pagar com raiva e com aquele ódio simiesco ao Benfica sem os quais um adepto portista não tem direito de cidadania no reino cavernícola do dragão. Durante a semana que passou, a retórica do senhor Vítor Pereira excedeu claramente os limites do seu curriculum. A máscara de indignação e de raiva exibida na declaração no final do jogo, com a repetição de velhos mantras, como o de um suposto favoritismo do Benfica propalado pela Comunicação Social, o Grande Benfica (cuja grandeza, de facto, não é apreensível por um bruto, nem por um simulacro de bruto), serviu apenas para agradar ao chefe e esconder os seus vaticínios falhados. É verdade que ontem, mais uma vez, o Benfica entrou como é habitual contra o FC Porto: a perder antes de o jogo começar. Mas se o Benfica, por mérito do adversário, não conseguiu fazer o seu jogo habitual, o Porto, que de acordo com o senhor Vítor Pereira, praticou o seu futebol habitual, de posse e passe (curiosamente, a estatística diz que a posse de bola foi de 50% para cada lado, mas a estatística, como se sabe, é uma ciência inventada pela Liga e pelos jornais de Lisboa), não criou uma única oportunidade de golo em lances de bola corrida, limitando-se a marcar um livre de equipa pequena e a aproveitar uma fífia do guarda-redes. Mesmo tendo superioridade no meio-campo, a equipa do senhor Vítor Pereira foi praticamente inofensiva no ataque. Pior ainda para o senhor Vítor Pereira é o facto de, contra o futebol rupestre do Benfica, de pontapé para a frente e fé nas segundas bolas, ainda só ter ganhado uma vez, com um golo em fora-de-jogo nos minutos finais e com o adversário a jogar com dez. É natural que ontem em vez de falar sobre o excelente espectáculo na primeira meia hora e da incapacidade da sua equipa de criar uma oportunidade de golo que fosse no “salão de festas”, o senhor Vítor Pereira tenha tido necessidade de vestir o fato de macaco para pagar a dívida de gratidão aos senhores que lhe permitiram, como a muitos outros antes dele, conquistar títulos apesar de si. Ontem, fez o papel de bruto, mas aquela exibição postiça, de pau mandado, não convence ninguém. O único mérito que teve foi permitir que Jorge Jesus aparecesse como um cavalheiro, o que é raro. Nem bruto, apesar dos esforços, nem treinador, apesar do título, Vítor Pereira ainda tem de aprender a ser ele próprio, uma tarefa muito difícil quando se está habituado a ser fantoche.

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Quinta-feira, 10 de Janeiro de 2013

IFFHS: Equipa do Sporting eleita a melhor portuguesa do ano

 

Esta notícia, que parece retirada de uma redacção de um Inimigo Público deste mundo, adequa-se aos tempos que atravessamos no desporto português. Claro que a notícia foi recebida com sorrisos por toda a gente, certo? Bem, não todos. No blogue da Fé celebra-se este "prémio". Cómigo ou trágico? 

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Quarta-feira, 9 de Janeiro de 2013
O melhor blog de futebol do ano
por Filipe Boto Machado, Qua 09/Jan/13

Tive ontem conhecimento que o blog Aventar está a proceder a eleição do blog de 2012 em várias categorias. O Catedral da Luz é um dos nomeados para a categoria "Futebol". Existem outros blogs nomeados que sigo assiduamente, tanto de adeptos do Glorioso, como de adeptos dos nossos adversários. É uma boa forma de conhecerem outros blogs interessantes e, eventualmente, votarem no Catedral da Luz como o melhor do ano na categoria em que se insere.

 

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