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Catedral da Luz

Catedral da Luz

Será que fica?

14.07.12, Nuno Gouveia

É português, tem o hábito de dar tudo pelo Benfica e nunca arranjou problemas, mesmo quando não foi primeira opção. Além disso, é um excelente jogador e fez-nos bastante falta ano passado. Concluindo, é um jogador à Benfica. Será normal ainda não ter o lugar assegurado no plantel?

O inicio da caminhada

13.07.12, Nuno Gouveia

 

Começa hoje a época do Benfica. Confesso que o discurso que tenho ouvido dos responsáveis do clube não me têm agradado, mas sendo um crónico optimista no que concerne ao Benfica, espero o melhor: o 33º título. Nesta pré época espero, acima de tudo, que se prepare bem a época, que os novos jogadores mostrem valor e que, sobretudo, tenha agradáveis surpresas com alguns jogadores. Minhas maiores apostas entre os novos? O holandês Ola John, Melgarejo e Hugo Vieira. Sim, este último que ninguém dá nada por ele. Mais para a frente verei se acertei. 

Lourenço é para fechar esta semana

09.07.12, Lourenço Cordeiro

Das duas vezes que participei num jogo de futebol de 11, fi-lo a lateral esquerdo (num dos jogos num sistema de quatro defesas, no outro num sistema de três centrais); estranho, por isso, com alguma mágoa, que o meu nome não tenha ainda sido ventilado pela imprensa especializada como estando «por horas» de assinar contrato com o Benfica.

Eu gostava de vê-lo de volta

07.07.12, Filipe Boto Machado

Simão Sabrosa rescindiu com o Besiktas. É, neste momento, um jogador livre. Na minha opinião, mesmo com 32 anos, vinha muito a tempo de fazer uma ou duas épocas no Glorioso. Gostava que Simão voltasse a vestir o "manto sagrado". Confesso que, desde a sua saída do Atlético Madrid, não acompanhei a sua carreira. Não sei como está fisicamente, nomeadamente como está o joelho em tempos operado quando vestia a camisola do Benfica. No entanto, assumindo que ainda se encontra bem fisicamente, aqui está uma óptima contratação para jogar nas alas ou atrás do avançado. Talento não lhe falta e eu não sou daqueles que acha que um jogador de 32 anos está acabado para o futebol. Aliás, muita falta nos tem feito, em certos momentos, jogadores experientes. É verdade que estamos bem servidos para as alas (pelo menos em quantidade) e Simão nunca será apenas um substituto de Aimar, no entanto, julgo que se Simão estiver bem fisicamente tem de ter lugar no plantel do Benfica. É português, conhece a mística encarnada, é um antigo capitão e um jogador de um talento inquestionável. Por tudo isto, na minha opinião, este é o momento. Simão, está na hora de voltares ao Benfica.

 

PS: Apesar do meu desejo, tenho noção que dificilmente se concretizará. Na famosa entrevista ao jornal Record, JJ disse que Simão não cabe no plantel do Benfica porque "estamos bem servidos para essa posição... mas ainda pode vir o Salvio".

"qualquer dia o Sporting acaba"

06.07.12, Nuno Gouveia

“O problema do Sporting é de sobrevivência. Quando o clube vive 30 milhões acima das possibilidades não tem hipótese. Temos de começar de novo e apostar nos miúdos da formação. Temos de andar alguns anos em 4.º, 5.º ou 6.º, mas os sócios têm de ter paciência porque, assim, qualquer dia o Sporting acaba”. Aqui

 

Eu não diria tanto, mas quem o afirma é Carlos Barbosa, dirigente dos lagartos até há uns meses atrás. Palavras significativas de quem sabe do que fala. Só tenho uma questão: mas não tem sido essa a realidade (andar em 4º, 5º e 6º) nos últimos anos?

A nova época

02.07.12, Nuno Gouveia

 

Arrancou hoje a época do Benfica, que se espera bem melhor do que a anterior. Utilizando um cliché habitual no futebol, depois de ter defendido a substituição de Jorge Jesus, a partir de agora, e até ao final da época, é o meu treinador. Só lhe desejo a melhor sorte do mundo e que repita a sua primeira época, de preferência acrescentando a Taça de Portugal ao leque de troféus, e que vá tão longe na Liga dos Campeões como no ano passado.

 

O plantel ainda não está completo, mas diria que se acrescentassem um lateral esquerdo de qualidade, uma opção para a direita para fazer frente a Maxi Pereira, e o desejado Sálvio, por mim podiam fechar já o plantel. No entanto, e como é de prever mais saídas, espero que os que forem vendidos sejam substituídos por jogadores de igual qualidade. Entre os que se falam, gostaria que fosse apenas vendido o Gaitán, mas provavelmente mais sairão. É a vida. Já Cardozo, e muito se tem falado e escrito, espero que continue no clube a marcar golos. Em relação às novas entradas, deposito muitas esperanças no jovem holandês e aplaudo o regresso de Carlos Martins, que tanta falta nos fez no ano passado. Das restantes entradas, à excepção do Melgarejo, confesso que não tenho grandes esperanças. Que me engane redondamente e haja ali novas estrelas. 

Bola, Euro - um contributo teológico

02.07.12, João Amaro Correia

Escribía Chesterton que «aquellos países de Europa en los cuales todavía existe la influencia de los sacerdotes, son precisamente los países que todavía cantan y bailan al aire libre con arte y coloridas vestimentas. La doctrina y la disciplina católicas puede que sean murallas; pero son murallas que cercan un campo de juegos».

Se trata de un misterio teológico que podría dar argumento a mil sesudos ensayos; pero los hechos de la experiencia son más elocuentes que cualquier ensayo: allá donde la Reforma protestante triunfó, con la promesa de aliviar a los hombres de los cilicios y penitencias impuestos por la disciplina católica, los hombres dejaron de cantar y bailar; y allá donde la Reforma protestante fue derrotada los hombres siguieron cantando y bailando como si tal cosa. Se ha intentado de muy diversos modos «naturales» explicar esta paradoja; pero tales explicaciones resultan a la postre antinaturales, como ocurre siempre que se excluye el elemento sobrenatural. Y la mejor prueba de ello la tenemos en los propios países de tradición católica renqueante, en los que, sin cambiar las circunstancias naturales (clima, alimentación, etcétera), se ha ido infiltrando, a medida que se «protestantizaban», el gas venenoso de la infelicidad y la desesperación.

Un amigo loco me dice que, leída en clave teológica, esta «crisis económica» podría interpretarse como el último zarpazo de la Reforma protestante sobre los países que todavía cantan y bailan, a los que por despecho llaman PIGS; zarpazo de bestia moribunda y boqueante, mas no por ello menos lesivo y feroz. Según este amigo loco, todas las penalidades que a los llamados PIGS nos infligen los países de la Reforma tendrían su origen en un rencor de índole sobrenatural; pero ni toda su bilis acumulada de siglos bastará, a juicio de mi amigo, para que dejemos de cantar y bailar. Y como mi amigo loco -además de teólogo- es futbolero, me aventura esta hipótesis sobre la Eurocopa:

-Portugal venció a Holanda, refugio de la herejía calvinista; España tumbó a Francia, que vendió su primogenitura por un plato de lentejas revolucionarias; Italia dio boleto a la Pérfida Albión, nido del antipapismo; y vengó la derrota sufrida por Grecia (amadísima hermana, de la que sólo nos separa el Filioque) vapuleando a los fatuos alemanes, que inocularon el veneno luterano en la Cristiandad. En esta Eurocopa se demuestra que los PIGS jugamos mejor al fútbol, porque Dios está de nuestra parte...

-¡Curiosa y peregrina teoría! -lo interrumpo--. ¿Y que nos deparará entonces la final entre Italia y España?

Aquí mi amigo loco esboza un mohín atribulado y me devuelve la pregunta:

-¿Tú quién crees que reúne más méritos ante el cielo?

-Hombre... En España no hay pueblo ni aldea donde la devoción a la Virgen no tenga una advocación distintiva. España evangelizó el Nuevo Mundo e impulsó la Contrarreforma. Recordarás aquel apóstrofe de Menéndez Pelayo: «España, luz de Trento, martillo de herejes, cuna de San Ignacio...».

-Ya. Pero eso son glorias pretéritas, ensuciadas por el morbo laicista de los últimos siglos. Y, además... -aquí mi amigo hace una pausa compungida-, ellos tienen al Papa. Contra la primacía de Roma no valen glorias pretéritas.

Confiando que mi amigo se equivoque en su pronóstico para la final, me adhiero sin embargo su diagnóstico general: los PIGS jugamos mejor al fútbol, pues no en vano somos países que todavía cantan y bailan, por mucho que les joda a los hijos de la grandísima... Reforma.



Juan Manuel de Prada in Religión en Libertad

Mania da perseguição ou complexo de inferioridade?

01.07.12, Filipe Boto Machado

Uma capa de um jornal apresenta uma fotografia dos 10 jogadores de campo da Selecção Nacional unidos, abraçados, expectantes, esperando na zona de meio-campo pela marcação de uma grande penalidade antes de serem eliminados do Euro-2012 pela Espanha. Quem pode ver aqui um problema, um acto de discriminação, provocação ou perseguição? Um calimero. Olhando para a imagem, os nossos amigos calimeros notaram que não estava Rui Patrício, na altura a tentar defender uma grande penalidade que um jogador espanhol estaria a bater. Pior que isso, eles notaram que estava lá o Nélson Oliveira que eles tanto odeiam porque não foi formado na famosa Academia que tão bem tem servido Benfica, Porto e Selecção Nacional. Estes dois factos foram motivo para um post que acusa o jornal A BOLA de benfiquismo e coloca o Sporting como uma vítima do sistema que tenta beneficiar o Benfica.

Mania da perseguição ou complexo de inferioridade? Os calimeros são assim.

Aqui fica o post e os comentários dos amigos calimeros.

 

Quanto ao Nélson Oliveira, caros calimeros, estamos na presença de um jovem de 20 anos, que foi o 2º melhor marcador do Mundial sub-20 e considerado o 2º melhor jogador do torneio (não foi o jornal A BOLA que assim o elegeu...). Ainda não marcou golos na Liga porque não teve muitas oportunidades para isso. Caros calimeros, o Nélson joga num clube que tinha na época passada no seu plantel Cardozo, melhor marcador da última Liga, Rodrigo e Saviola (não temos Ribas ou Bojinovs, pois desses não os queremos nem na equipa B, não vão eles estragar aqueles que andam a tentar aprender). No entanto, o Nélson já fez um golo na Liga dos Campeões, competição na qual o vosso clube não mete os pés há uns valentes anos e quando lá vai envergonha o país com resultados negativos de 12-1 numa eliminatória. O tempo dar-me-á razão. O Nélson responderá em golos à quantidade de veneno que andam a expelir no último mês e meio.

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