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Catedral da Luz

Catedral da Luz

das aparências

31.01.12, João Amaro Correia

 

 

Chegou Djaló – sem que se perceba porquê, para quê, ou para que lugar – e rompe-se um pouco mais uma das mais nobres tradições da equipa: a recusa da metrossexualidade das modas  correntes e a ostentação sem rebuço da masculinidade

As glórias do Benfica foram quase todas elas conquistadas à sombra do bigode. Sem tatuagens e corpos escritos, colares e brincos de diamante e viaturas gangsta rap style. Mas com viril capilagem labial superior.

Estética é também ética, e se recusamos a retrossexualização dos comportamentos, a metrossexualização do plantel deverá também ser recusada.

O Benfica é dar bigode.