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Catedral da Luz

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Um Benfica a meio gás

07.03.12, Lourenço Cordeiro

1. Que um Benfica a meio gás tenha passado esta eliminatória com o Zenit de um modo tão tranquilo só nos pode deixar satisfeitos com a qualidade do plantel. Ontem, Rodrigo, Gaitán e Cardozo simplesmente não apareceram no jogo, obrigando Witsel (o melhor em campo), Bruno César e Maxi Pereira a fazer o trabalho todo. Se Witsel e Maxi já nos habituaram a exibições convincentes, tenho pena que o Bruno César de ontem (tacticamente exemplar e muito esclarecido no passe) não apareça sempre, o que faz dele o jogador mais sub-aproveitado do plantel. Espero que para a próxima época Bruno César consiga manter o nível exibicional mais constante. Se isso acontecer, será titular indiscutível (e no meio, não gosto de o ver encostado à linha).

 

2. Quem também está a reunir as condições para ser titular é Nélson Oliveira, que tem feito uma evolução notável se tivermos em conta os poucos minutos que tem nas pernas. Se Rodrigo não sair no final da época, 2012/2013 pode ver o nascimento de uma dupla de avançados que ficará para a história do Benfica, porque para além de serem os dois muito novos são jogadores que se complementam: Rodrigo é um avançado mais móvel e gosta de correr com bola, enquanto que Nélson Oliveira, apesar de não ser um ponta-de-lança típico, tem como pontos fortes o posicionamento táctico, a presença física e a capacidade de desmarcação.

 

3. Uma nota para o Jardel: Garay que se cuide, o jogo de ontem mostrou um central muito confiante e imperturbável.

 

4. Agora, que venha o Apoel.

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